Início › Estados
Índice
Piso salarial estadual, os 27 casos
A Lei Complementar 103/2000 autoriza estados e o Distrito Federal a fixar piso regional para quem não tem piso em lei federal nem em convenção coletiva. Cinco usaram. Vinte e dois não.
Com piso regional
Paraná
R$ 2.105,34 a R$ 2.407,90
Decreto estadual 13.182/2026, que ratifica a Resolução CETER 632/2026
Rio de Janeiro
R$ 1.238,11 a R$ 3.158,96
Congelado desde 2019 — faixas baixas sem efeito
Rio Grande do Sul
R$ 1.884,75 a R$ 2.388,50
Lei estadual 16.514/2026
Santa Catarina
R$ 1.842,00 a R$ 2.106,00
Lei Complementar estadual 895/2026 (sistema criado pela LC 459/2009)
São Paulo
R$ 1.874,36 a R$ 1.874,36
Lei estadual 18.471/2026 (altera a Lei 12.640/2007)
Sem piso regional
Nestes, o piso é o mínimo nacional de R$ 1.621,00 ou o da convenção coletiva da categoria — o que for maior.
AcreVale o mínimo nacional ou a convenção
AlagoasVale o mínimo nacional ou a convenção
AmazonasVale o mínimo nacional ou a convenção
AmapáVale o mínimo nacional ou a convenção
BahiaVale o mínimo nacional ou a convenção
CearáVale o mínimo nacional ou a convenção
Distrito FederalVale o mínimo nacional ou a convenção
Espírito SantoVale o mínimo nacional ou a convenção
GoiásVale o mínimo nacional ou a convenção
MaranhãoVale o mínimo nacional ou a convenção
Minas GeraisVale o mínimo nacional ou a convenção
Mato Grosso do SulVale o mínimo nacional ou a convenção
Mato GrossoVale o mínimo nacional ou a convenção
ParáVale o mínimo nacional ou a convenção
ParaíbaVale o mínimo nacional ou a convenção
PernambucoVale o mínimo nacional ou a convenção
PiauíVale o mínimo nacional ou a convenção
Rio Grande do NorteVale o mínimo nacional ou a convenção
RondôniaVale o mínimo nacional ou a convenção
RoraimaVale o mínimo nacional ou a convenção
SergipeVale o mínimo nacional ou a convenção
TocantinsVale o mínimo nacional ou a convenção